OBSERVADOR ESTELAR

 


A   astronomia é uma ciência muito antiga. No passado mais remoto, o ser humano teve sua atenção atraída pelos pontos brilhantes que via acima de sua cabeça nas escuras noites. Mesmo a olho nu, identificou e nomeou esses pontes pelas figuras que pareciam formar. Ligou a existência de tais objetos a fenômenos e crenças desenvolvidas na sua época, conferindo-lhes poderes sobrenaturais capazes de influenciar sobre a sua própria vida.

Somente com o desenvolvimento da matemática e com a construção de instrumentos óticos que permitiam "chegar mais perto" de tais objetos é que o homem começou a desenvolver um conhecimento mais cartesiano sobre estrelas, planetas, asteróides, cometas, galáxias e tantos outros objetos que existem no espaço inter-estelar.

A  astronomia continua a fascinar o ser humano do século XXI, despertando cada dia mais interesse pela descoberta dos segredos inter-estelares, graças ao grande progresso instrumental, tanto através de novíssimos projetos de telescópios como através das inúmeras sondas orbitais que se distribuídas pelo sistema solar.

Atualmente, no Brasil, somente  a Universidade Federal do Rio de Janeiro oferece o bacharelato em astronomia, concedendo aos concluintes desse curso o título de astrônomo. A unidade executora do curso de astronomia é o Observatório do Valongo , situado no bairro da Saúde, no centro do Rio de Janeiro. Outras instituições, no Brasil, oferecem mestrado e doutorado em astronomia para quem já é detentor de diploma de físico ou outra formação com base em matemática e física.

Atualmente, tanto os instrumentos óticos do Observatório Nacional quanto os do Observatório do Valongo se acham desativados para a pesquisa científica regular por força da grande poluição luminosa que envolve a metrópole do Rio de Janeiro.  Um observatório necessita estar mergulhado em escuridão total e com boas condições climáticas que garantam céu limpo, circunstancia que não mais existe nas localizações dessas instituições. Em breve o Observatório Nacional estará conectado eletronicamente com o observatório SOAR, na Cordilheira dos Andes, no Chile, o que possibilitará aos cientistas daquela instituição utilizar os recursos daquele instrumento sem precisar viajar até o Chile.

Nosso grupo de iniciação científica na linha da astrometria resolveu desenvolver este site para deixar registradas suas experiências nas missões observacionais realizadas no observatório do Laboratório Nacional de Astrofísica ou em outro instalação de pesquisa astronômica.   


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Missão dos dias 21 e 22 de agosto de 2006